7 hobbies que te deixam mais inteligente segundo a ciência

Durante vários séculos, os humanos acreditaram que seus talentos só poderiam ser dádivas de Deus. Eles pensavam que nascíamos com um certo nível de QI e pronto.

Hoje nós podemos calcular o QI até mesmo de animais!

A ciência revelou que nós podemos fazer um ajuste fino em nossa inteligência e aumentar nossa capacidade.

Aprender novas habilidades ajuda nosso cérebro a desenvolver caminhos neurais que beneficiam seu funcionamento.

Nós reunimos 7 hobbies que aumentam seu QI, provados pela ciência.

Confira:

1. Tocar um instrumento musical

Uma pesquisa sugere que tocar um instrumento regularmente muda a forma e o poder do cérebro, e pode ser usado em terapias para melhorar habilidades cognitivas.

Esta é a atividade mais importante de todas, uma vez que tem os melhores efeitos. Ela aumenta sua imaginação, seu poder de observação, comunicação, matemática, etc.

Muitas pessoas afirmam que participar de equipes esportivas tem o mesmo efeito no cérebro.

Porém, uma área em particular onde este hobby supera todos os outros é: ele fortalece o corpo caloso, que forma uma ligação entre os hemisférios do nosso cérebro.

Isso beneficia nosso poder de memorização, funcionamento do cérebro, habilidades de execução, etc.

2. Ler qualquer coisa

Não é por acidente que estes indivíduos altamente bem-sucedidos leem ficção. E as pesquisas mostram que não é só por diversão.

Eu sou um grande fã deste ponto em particular. A leitura é terapêutica de diversas maneiras.

Sejam As Crônicas de Gelo e Fogo, O Senhor dos Anéis ou a revista de negócios mais recente, o efeito é o mesmo.  A leitura ajuda a acalmar os nervos.

Esta atividade agrega nos 3 tipos de inteligência – cristalizada, fluida e emocional.

Ela ajuda a amarrar as informações, resolver problemas, navegar melhor pelos problemas, reconhecer padrões, entender os seres humanos, etc.

No mundo dos negócios, é uma excelente habilidade para um profissional de Recursos Humanos.

3. Exercitar-se regularmente

Foi realizada uma revisão de estudos que avaliaram os efeitos de crises agudas de atividade física no desempenho cognitivo dos adultos.

Você não pode fazer 20 flexões a cada três meses e esperar resultados. Não.

A chave é a regularidade. Você  não precisa fazer uma sessão de exercícios extrema todos os dias mas, mesmo se for 15 minutos por dia, faça.

O exercício carrega as células com Fator Neurotrófico Derivado do Cérebro (BDNF, do inglês Brain-derived neurotrophic factor), melhorando sua memória, concentração e compreensão.

4. Aprender um novo idioma

Ao invés de passar o dia fazendo palavras cruzadas, aprenda um novo idioma. Estudos afirmam que aqueles que falam mais de um idioma são mais dispostos a resolver enigmas do que outros.

Isso faz um ajuste fino no cérebro e deixa sua memória mais afiada. Até suas habilidades de organização serão afetadas positivamente.

Isso também ajuda seu currículo significativamente. Muitos empregos exigem que você saiba um idioma além da sua língua materna.

Portanto, é uma situação vantajosa para tudo.

5. Testar sua aprendizagem cumulativa

A maioria de nós está familiarizada com o conceito de memorizar uma infinidade de páginas antes de um exame. Frequentemente, nós esquecemos desta informação logo depois, pois não precisamos dela.

Quando você aprende um novo idioma, por exemplo, sua inteligência aumenta porque isso exige aprendizado cumulativo.

Você aprende palavras, pontuações e sintaxe em grande volume e precisa da repetição para reter a informação.

Se você usar esta técnica no seu dia-a-dia, será significativamente beneficiado. Mantenha um livro de bolso para anotar as coisas de importância, e continue revisando esses trechos em seu tempo livre.

6. Exercitar seu cérebro

Qualquer coisa que exercite seu cérebro: jogos de mistério, palavras cruzadas, enigmas, etc., melhora a neuroplasticidade.

Em palavras mais simples, permite que o cérebro se organize melhor.

Se as células nervosas diferem em sua resposta, nosso horizonte mental se alarga. Nos ajuda a ver a relação causal de emoções e aprimora significativamente nossas habilidades cognitivas.

A neuroplasticidade, envolvida em deficiências como zumbido, pode até nos ajudar a combater algumas condições como estresse e depressão.

7. Meditar

O jornal The Wall Street Journal publicou “Procedimentos da Academia Nacional de Ciências”. Falava de quando o cientista Richard Davidson conduziu um experimento sobre o Dalai Lama e seus companheiros monges.

Ele queria testar se determinadas ondas mentais podiam ser produzidas sob demanda. Enquanto meditava, quando solicitado que se concentrasse na compaixão, Davidson encontrou todas elas em estados profundos de compaixão.

O maior impacto da meditação é a manipulação de suas emoções.

Você pode ajudar seu cérebro a se reprogramar e trazer qualquer sentimento para a ação, sempre que precisar. Isso faz um ser humano mais forte.

Fonte: Awebic

Compartilhe:


Voltar

 

Desenvolvido por: In Company